Monday, November 14, 2011

Gente chata.



Num tenho mais tolerância pra gente chata. Chega uma certa idade na vida que nossos limites ficam mais salientes sabe, e o tempo mais precioso, entao nao da mais pra ficar se dando  ao luxo de aturar papo furado de gente chata. Cansei.
Também conhecidos como peido, gangorra, azia e etc, o chato nao tem limite. Nego quando é chato é bom nisso sabe,  e nao sei se é coincidência mas o chato sempre tem mais tempo disponível do que você. Incrível.
Chatice é nata: a pessoa ja nasce sabendo como ser chata, nao tem curso pra isso, mas deveria ter pra saber se livrar de chato. Ia ser sucesso absoluto, o curso pra driblar o chato.
Segue abaixo uma listinha singela dos chatos na minha lista negra, obviamente que os populares, pois os chatinhos anônimos nao merecem nem post de blog.

Fausto Silva: pior do que chato é o chato que se acha engraçado. O que mais me irrita no Faustão é que toda piadinha dele tem brincadeirinha de mau gosto com a sexualidade da pessoa com quem ele ta falando. Puta chatão.
Astrid Fontenelle: esta é a chata indecisa, porque não sabe se faz a nordestina ou a intelectual. Vive numa eterna micareta, e não importa a ocasião: parece que acabou de despencar de cima de um trio elétrico.
Luciano Huck: Esse é o chato que fala gritando. Nao sei se é complexo porque é baixinho, mas dispara as chatices como se tivesse um auto falante enfiado no cú, este insuportável. Fala mais baixo porra!
Claude Troisgros: É o chato francês. Nao tem nada mais hemorroidal do que chatinho metido a europeu que entende das coisas mais que os outros. E ainda força a barra no sotaque, pensa que é o único francês da face da Terra.
CHATA MOR Yoko Ono: Chata palpiteira, e essa tem a maior cara de chata, nao precisa nem abrir a boca pra você ter certeza absoluta que é chatona. Encheu o saco do coitado do John Lennon até o cara morrer. Foi ela que influenciou o Beatle com as chatices dela, tanto é que nenhum outro Beatle sofreu atentado de morte.
Pronto, desabafei.
Oeste.

Saturday, November 12, 2011

Coisa mais desagradável.

Que mulher sofre não é novidade. Mas existem processos pelos quais o corpo da mulher passa que só a mulher sabe. São aquelas coisas que a gente é obrigada a conviver e finge que nao existem, porque se não ja viu: não há auto-estima que resista a estes pequenos desastres, muito menos se a mulher acumular alguns deles em paralelo. Esse post é pra vc ver como é dificil manter a ordem do produto final, porque meus queridos, é de doer. Realiza:

Cólica menstrual: processo fisiológico pelo qual todas mulheres passam uma vez por mês, durante horas ou dias. Algumas com mais intensidade, outras com menos, mas "todas passa", pois faz parte da famosa TPM.
é assim que a mulher se sente
é assim que ela deveria estar

E é assim que ela está, em casa ou trabalhando, durante o tão apropriado
 período de licensa-maternidade. Este periodo é especialmente especial pra cólica, pois o corpitcho ta tentando voltar ao normal.


Estria/celulite: esse é o assunto mais batido. Tem até uma conotação meio dupla sertaneja, pensa bem: “Estria & Celulite”.
Fonte de tristeza que ataca mais cedo ou mais tarde, esta dupla é a razão principal pela qual as mulheres evitam ir à praia depois de uma certa idade. O resto é desculpa esfarrapada.
Vai lá pra praia vai lindona, capaz de alguém chamar o zooógico achando que você é uma zebra que fugiu.

Pêlo encravado na cicatriz da cesárea: eu até encontrei fotos bem claras dessa situação, mas é tão deprê que achei melhor nao postar. Só tenho algo a dizer: é foda.

Melasma: Manchas que aparecem na pele do rosto das mulheres, geralmente durante o período de gravidez ou por exposição ao sol. Isso em tese, porque tem mulher que é toda manchada mas nao toma sol e nem tem filho. Diz que pode ser hormonal, olha que uótemo. Pra diminuir as manchas ou pelo menos pra manter esse efeito-mimosa sob controle, tem de passar ácidos na cara, que queimam e descascam as camadas superficiais da pele até expor as camadas que nao tem manchas. Arde nada ta?

Espinha na bunda: homem também pode ter espinha na bunda, até aí tudo bem. Mas vai arriscar meter um shortinho com aquela espinha inflamada que fica roçando o cabeção no jeans, vai. A sensação é de ter alguém atrás de você te espetando com uma agulha de tricô.
Dá uma ventilada que alivia.

Mastite: também achei fotos, mas pra não traumatizar, melhor só explicar: é a inflamação das glândulas mamárias, principalmente pós-amamentação. Deve latejar que nem sirene de incêndio.


Joanete: é verdade, homem também tem joanete. Mas experimenta colocar/encaixar a sua joanete em cima de um salto desse, pra ver que diliça.
 Ah, nao é pra usar salto então? Aham, porque é que então, nao vão todos tomar no meio do *?
Variz: mais hereditária do que qualquer outra coisa, esta filhadaputagem chamada variz é feia e dói horrores. Tem tratamento eficiente disponível no mercado, mas é caro e também dói. Cada sessão de picadinhas destas varia em torno de 50-100 picadas que nem esta da foto. Tudo dói. Só de olhar ja dói.



Pois é. Agora, você que é homem, vai lá e compra aquele presentinho pra sua mulher que vc ta se amarrando faz tempo, pois ja éstá bem claro que ela merece. E você, querida, abre aquela caixinha de bombons e traça sem culpa, pois o que é um peido pra quem ja esta toda cagada?
Beijo no coração.
Oeste.

Tuesday, October 4, 2011

Rafinha Bastos e sua arte.

Assume-se que a humanidade é provida de racionalidade. É o que nos difere dos animais, correto?
?
 Diz a antropologia mas, honestamente, eu nao boto minha mão no fogo porque nao sou trouxa. Se o ser humano fôsse racional, teria culhão para assumir as consequências do que fala, pois tem a razão a seu lado para ponderar tudo o que pensa antes de falar. Ditto.
Corrijam-me se eu estiver enganada: mostrar a bunda ou falar besteira na televisão não difere muito em conteúdo. E olha que ta dando pano pra manga o assunto sobre esse chato do Rafinha Bastos. Deu no meu saco também, a ponto de me fazer vir postar no blog, em plena fase de hibernação. Agora segura.
 O sujeito em questão entitula seu espetáculo (?) como “A arte do insulto”. Sendo que o stand-up do cara é vendido, só compra quem quer. O CQC também é um programa cuja proposta é disparar merda pra todos os lados nos limites do politicamente tolerável (não sei ao certo quem delimita isso, mas foda-se) então, quem não quer escutar merda, que mude de canal.
Até aí, indiscutível.
O porre vem depois: se o cara fala mais que a boca, fala sem pensar porque é um bossal, insulta além da proposta do showzinho dele porque ta crente que ta abafando, é porque tem AUDIÊNCIA. Olha a foto dele aí: empunha o microfone como se fôsse uma arma. E é uma arma. Nao adianta botar a culpa no sistema. Aliás esta é a parte mais punhetóide de tudo o que é assunto mal resolvido no Brasil: a culpa ta sempre no sistema. Nêgo ja começa a falar que os políticos isso, que a censura aquilo, que os ricos e famosos aquilo outro, e aí o idiota do Rafinha Bastos caga uma sinapse e faz um discurso semi-analfabeto sobre o que é ser “politicamente correto” no Brasil e, seus fãs (diga-se aqueles que pagaram R$ 25,00 pelo ingresso do show dele, e que deram risada da piada que diz que mulher feia deveria agradecer quando é estuprada) entram em sua defesa, botando a culpa no sistema.
Entendo a revolta dos que nao acham correto que o cara seja punido devido ao insulto da vez ter se dirigido a alguém famoso. Acho justo, pois o cara chinga preto, judeu, mulher, velho, órfão, anão,viado, e onde ficam os direitos destes pobres ofendidos anônimos? Também me bate um sentimento de injustiça toda vez que vejo um famosinho queimar cartucho em benefício próprio. E uma certa invejinha também, não vou negar. Mas quem sabe nao é a audiência do famoso ofendido que, tomando as dores do querido ídolo, é capaz de massificar-se e mover montanhas? É o que o patrão/emissora acha, pode apostar.
A última dele foi a gota. Não da pra falar que tava tudo bem e que ele é ótimo, carismático, bem aceito e que deslizou uma vez, ó pobre crucificado. O cara cagou e sentou em cima trocentas vezes. 
Todo mundo gosta de uma piadinha de mau gosto e de humor apelativo, inclusive eu, e todas nós aqui do BD, mas o Rafinha Bastos deveria se atracar com  a chance da vida dele que é a tal da LIGA, e sair de fininho, se não, meus amores, vai cair no tão temido anonimato, e esse microfone treizoitão dele aí vai parar na mão do próximo engraçadinho. 
Oeste.

Saturday, August 20, 2011

Família no restaurante.


Restaurante popular, e na mesa ao lado o pai, a mãe, e três crianças com idades variando entre 1 e 6 anos, aproximadamente. A mãe oleosa e descabelada, com pelo menos 4 dedos da raiz do cabelo por fazer, esmalte das unhas descascando e camiseta suja. Os pêlos do sovaco claramente à mostra quase naquele esquema “who cares” dos anos 70, porque no minimo a última vez que ela fez depilação deve ter sido lá pros anos 70 mesmo. O pai, coitado, a barba por fazer coisa de 7 a 10 dias, uma meia diferente da outra, a camisa toda abarrotada e cara de prostrado mas, verdade seja dita: estava meio hipnotizado olhando pra bunda de uma menina de shortinho pós-adolescente cheia de piercings, que estava mais ali, de costas, parada na fila.
As crianças todas sujismundas dos pés à cabeça e o pequeno meio ranhento, aquela coisa linda de se ver. Subitamente surge no ar a pergunta clássica, que não quer calar:
-Mamãe, porque o céu é azul?
E em seguida a resposta rosnada, disparada pelo meio dos dentes daquela mulher com cara de possuída:
-Cala essa boca moleque, come a sua batata frita e nao enche mais o meu saco. Se fizer mais uma pergunta vai tomar um cola-brinco aqui no meio de todo mundo.
Assim, logo na lata, como uma flecha. O pai, nem tchuns, ainda hipnotizado na bundudinha da fila.
A sua reação, caro leitor, tem duas opções que variam de acordo com seu status civil e com o fato de você ter filhos ou não:
1)      “Nossa, coitado deste menino, que mãe ignorante fala assim com uma criança que ta fazendo uma perguntinha tão inocente num momento familiar que podia ser tão feliz...” OU
2)      “Nossa, coitada desta mulher. O que será que estes capetas fizeram para deixá-la neste estado, toda horrorosa e estressada.
A primeira opção é a de quem não tem filhos e nunca se submeteu à aventura de ir a um restaurante com 3 crianças, que não tem idéia de que isso é quase um suicídio, é um risco de vida. Quem imediatamente sente pena da criança, nunca teve de empurrar um carrinho de criança vazio carregando a criança no colo ao mesmo tempo, pra não pagar o mico do circo que uma criança é capaz de armar quando não quer ficar no carrinho. Nunca sentou numa mesa de restaurante sabendo que pelo menos 50% da comida que vai pedir (e pagar) irá parar no chão ainda quente. Nunca teve de fingir que nao ouviu o sonoro peido que o filho soltou durante o único momento de silêncio de uma refeição em local público, mesmo que o próprio esteja gargalhando com a boca aberta, cheia de migalha.  Nunca teve de se fazer de surdo dentro do elevador quando o filho pergunta porque aquela mulher é tão gorda, em alto e bom som. Quem sente pena da criança não sabe o quanto poderoso é o bullying que todas elas praticam diariamente contra seus pais, por natureza.
 E a segunda opção, mais realista e menos romântica, é a dos pais solidários, que sabem exatamente do que se trata aquele momento. É  o famoso “eu sinto o teu drama”. É das pessoas que já sabem que aquela é a trilhonésima pergunta que o tal moleque esta fazendo naquele dia, incansável, insaciável, invencível. É a opção de quem tem vontade de sair correndo dali direto pra igreja rezar um rosário em agradecimento por não estar sentado naquela mesa, no lugar daqueles pais.
Nisso, acontece algo mais, como uma cereja para este delicioso sundae, e para me tirar do meu transe e me trazer de volta para aquela realidade ali: a mãe solicita gentilmente que o pai começe a “levantar o acampamento”, ou seja, estão indo embora. E como este processo leva algumas dezenas de minutos para se concluir, ela saca uma teta pra fora, ali mesmo, no meio da galera, e puxa o pequeno ranhento pro abraço da hora da merenda.
 Retiro-me do ambiente, sem mais para o momento.
Oeste.







Esta é aquela doida da "octomom" fantasiada de freira com os bebês todos vestidos de diabinhos, para o Halloween. 








Tuesday, August 16, 2011

Barbie.

Quem nao era louca por uma boneca Barbie?
A Barbie foi lançada em 1959 nos EUA e chegou ao Brasil em 1982, loucura total para as meninas da geração X. Custava uma pequena fortuna, tanto a boneca quanto seus infinitos acessórios. Meninas do mundo todo juntávam-se aos bandos para brincar, horas e horas sem TV ou vídeo game ou internet, e se divertiam imitando a boneca. Milhares de modelos lançados para acompanhar a modernidade, com os mais diversos temas da então atualidade: Barbie piscina, Barbie doutora, Barbie noiva, Barbie fazendeira, Barbie Hawaii, e tinha o carro da Barbie, o cabeção da Barbie para fazer maquiagem e pentear, e a casa da Barbie, e aí veio o Ken, namoradinho da Barbie, todo engomadinho e e educado. Bons tempos.
  Ainda vende mais do que pão quente, esse raio de boneca: diz-se que a cada segundo, duas bonecas Barbie são vendidas em algum lugar do mundo. Sempre linda e perfeitinha, cria um molde de beleza para as crianças que fica impregnado no cérebro desde pequenininhos e assim contribui para a manutenção dos padrões quase inalcançáveis de beleza femininos. 
Veja você:  Se fosse uma mulher de verdade, Barbie exibiria as seguintes medidas: 1,70m, 99cm de busto, 46cm de cintura e 84cm de quadril. Para se ter uma referência, a modelo Gisele Bündchen mede 1,79m e tem 92cm de busto, 61cm de cintura e 89cm de quadril. É a medida da cintura da boneca o principal alvo de críticas de feministas de todo o mundo, que consideram a Barbie um padrão de beleza inatingível.
Pois bem, se a Barbie fosse lançada nos tempos de hoje, modernos e tecnológicos do século XXI que vivemos, eis o que teríamos:

Barbie anoréxica: Vem com uma receita de anfetamina e um espelho que afina a silhueta.

Barbie gorda: vem com um pacote de cookie e anti-depressivo escondidinho no fundo da embalagem.

Barbie mãe-solteira: vem com o telefone de um advogado e um panfleto explicativo sobre teste de DNA.

Barbie travesti: é a mais bonita de todas, atualmente.

Barbie Winehouse: Vem com bafo de cachaça.

Barbie bulímica: a privadinha vem de brinde e a boneca tem joelhos articulados, como vc pode ver.


Barbie lady-gaguinha: vários modelos, pois imaginação é o que não falta. Só falta um namorado.

Barbie white-trash: bebe e fuma, e já vem com o olho roxo permanente e o carrinho do Walmart.

Barbie velha: Vem com o cabelo branco mas pode ficar calma que a tinta vem junto.
E você aí, que tem filha, se liga. 
É o que tem pra hoje.
Oeste.







Monday, August 8, 2011

Bundas.

Ja faz algum tempo que  nós aqui do BD estamos tentando trabalhar neste tema, mas bunda é assunto muito complexo. Causa desconforto, sabe. Aliás bunda mais bonita/gostosa do que a nossa então é bullying do mais baixo nível, principalmente no nosso caso aqui do BD, que somos maravilhosas, chiquééérrimas e geniais, porém temos mais o que fazer além de ficar cuidando das nossas bundas. Aliás se vivêssemos da imagem das nossas bundas, deveríamos mesmo cuidar melhor delas. Mas já que nao é o caso, então vamos cuidar (leia-se esculachar) a bunda alheia.
Bunda bonita é tudo igual. São poucas as variáveis, tipo: maior, menor, mais bronzeada, ou menos, e só. Porém bunda feia tem uma variedade infinita de aspectos a serem destrinchados, valha-me nossa senhora! Simbora descambar pra esculhambação.


Bunda alada: provavelmente a intenção era angelical, mas no final das contas o fato é que estas asas devem bater palma e vivem tudo cagadas. Fora as antenas, né.
Bunda panqueca: Sabe quem é? Cameron Diaz. De frente parece que tem 50 anos, e de costas essa coisa achatada.


Bunda de babuíno: inspiração para a carreira da nossa talentosa Valeska Poposuda.

Bunda oriental: simplesmente não tem. Não veio. Tem um vão ôco no lugar. Em compensação o cérebro geralmente é previlegiado. 


Bunda no joelho: Começa com bunda baixa, e a gravidade não perdôa.

Cú de urso: também conhecida como cofrinho, rêgo,  decote de bunda, etc. Este tem até adorno, parece um colar gentem!

Bunda muffin: Ou cupcake. Só sei que a calcinha (?) nao colabora. Só isso.

Bunda de camelo: também conhecida como cupim, ou big mac. Percebe-se que a protuberância é mais saliente ali do que na própria altura da bunda. Desafiando as leis de Newton.

Bunda grande: É bonito isso? Porquê? E a lordose?

Bunda natural: coisa linda de Deus!


Bunda cabeluda: vide post sobre depilação, por gentileza.

Bunda aspirina: Branca e com uma racha no meio. Também conhecida como TV de tela plana 50". Sabe quem é? Kim Kardashian. 

Bunda perfeita: com raras excessões é assim, na base do photoshop! Até nois!




Beijo na bunda, e até segunda.
Sul e Oeste.

Thursday, July 28, 2011

Constrangimento familiar.


Este post é pra você, que pensa que sua família é doida.
Todo mundo tem pelo menos um xaropinho dentro de casa, que dirá então dentro da família. Isso é regra sem excessão. Ou é aquele primo manguaça, ou é a tia véia que se sente a sexy-sensual e dá em cima de qualquer um na cara larga, ou aquela sua irmã mao-de-vaca que fica destrinchando minuciosamente a conta no restaurante por 45 minutos, ou um de seus filhos que abre o berreiro onde quer que esteja quando é minimamente contrariado, etc, etc, etc. Vergonha da família doida também é uma forma muito grave de bullying doméstico, e nas fotos abaixo você vai ver que é muito mais comum do que se imagina. Portanto, nao precisa mais ficar aí se encolhendo e morrendo de vergonha do (s) vexame (s), pois “todos passa”.
Sente o drama:
"O aniversário é dela mas quem vai levar estes presentes pra casa SOU EU"
Festinha de criança é vergonha alheia na certa.

"Mamãe nao entende porque nao quero ser como ela quando eu crescer".

Nego se despenca pro Caribe pra trazer de volta a foto da sereia.  A véia ta crente que ta abafando.

"Só tiro a foto se for assim!".

Animaçããããão!!!!!!

"Ainda estou na flôr da idade, consigo até pular no pogobol, quer ver???"
A véia deve estar quicando em cima dessa bosta até agora, pq ninguém ta com cara que vai ajudar ela sair dali rs.

Quando o escritório onde você trabalha te enviar um email dizendo que estão implementando atividade física  durante o expediente para baixar o nível de stress geral, é isso daí que vem pela frente. Te prepara.

Nossa, como seu hóspede se sente à vontade na sua casa, não???
Pois é, a fonte de mico é inesgotável.
Caso você tenha fotos de família desse naipe, ou mesmo pior, esta é a sua chance de se explicar. Mande sua foto para:
eunaosou.tuatia@gmail.com 
e nós aqui do Bullying Doméstico faremos de um tudo para livrar a sua cara.
Oeste.

Tuesday, July 12, 2011

Morri!


Este post é uma homenagem de nós aqui do BD a um blog que seguimos religiosamente, o  Morri de Sunga Branca.

Todas nós adoramos e veneramos o Morri. Por isso, resolvemos usar desta oportunidade para fazer um cosplay de quinta categoria, e criar um post estilo “o que teve” aqui no BD.
Todas sabem como é dificil a vida de mulher casada, dona de casa, mae de família. Ter um momento de descontração e diversão na vida é mais raro que bimba em dia de semana.
 Mas eventualmente um bom programa entra no itinerário, principalmente quando se trata de um evento irrecusável e imperdível. Portanto, ladies and gentleman:

Show do U2 – Miami 2011 – O QUE TEVE



Chineses e brasileiros, porque issaí é que nem mato: ta em todo canto.








Axel Rose, conversando com seu amiguinho  metaleiro nao identificado na santa paz do lugar civilizado, sem enxame de fãs psicóticos alucinados em cima. (só eu :D)
Gringo com camiseta do Ronaldinho - em sua áurea época do Barcelona F.C.

Romero Brito e prole, falando em seu telefone, na maior tranquilidade, também fazendo a linha anônimo.
Limosine pink com pelo menos uma dúzia de bichas dentro, afinal Miami é Miami! Adooohooo!!

Pois é, queridos leitores... agora, a foto mais impressionante da noite. Sem querer esnobar civilidade, da uma olhada nisso:

BANHEIRO DO ESTÁDIO, ASSIM QUE TERMINOU O SHOW.
Como eu derrubei umas 4 cervejas pra dentro, durante este tão maravilhoso show, tive de fazer xixi antes de ir embora. Minha última experiência com o show do U2 tinha sido no estádio do Morumbi, em SP, então eu me preparei psicológicamente para um banheiro no mínimo podre. Qual nao foi a minha surpresa quando me deparei com isso: LIMPO E VAZIOOOOO!!!
 Tive de tirar a foto pra não pagar de pinochio, aliás quase levei esse banheiro pra casa.

E finalmente eles. Gente, que puta show.





Oeste.
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